E esta?
Brilhante!
Numa pequena vila e estância balnear na costa sul de França chove e nada de especial acontece. A crise sente-se. Toda a gente está carregada de dívidas e deve a toda a gente.
Subitamente, um rico turista russo chega ao foyer do pequeno hotel local. Pede um quarto e coloca uma nota de 100 Euros sobre o balcão, pede uma chave de quarto e sobe ao 3º andar para inspeccionar o quarto que lhe indicaram, na condição de desistir se lhe não agradar.
O dono do hotel pega na nota de 100 Euros e corre ao fornecedor de carne a quem deve 100 Euros, o talhante pega no dinheiro e corre ao fornecedor de leitões a pagar 100 Euros que lhe devia há algum tempo. Este, por sua vez, corre ao criador de gado que lhe vendera os leitões e este por sua vez corre a entregar os 100 Euros a uma prostituta que lhe cedera serviços a crédito. Esta recebe os 100 Euros e corre ao hotel a quem devia 100 Euros pela utilização casual de quartos à hora para atender clientes.
Neste momento o russo rico desce à recepção e informa o dono do hotel que o quarto proposto não lhe agrada, pretende desistir e pede a devolução dos 100 Euros. Recebe o dinheiro e sai.
Não houve neste movimento de dinheiro qualquer lucro ou valor acrescentado. Contudo, todos liquidaram as suas dívidas e estes elementos da pequena vila costeira encaram agora com optimismo o futuro. Dá que pensar...
(Agradecemos a Barbara Fellgiebel da ALFA esta anedota que dá mesmo que pensar.)
O que ele faria
Um viajante estava na plataforma de uma estação quando o rápido passou sem parar. O cão do chefe da estação saltou a nuvem de pó que o comboio levantou e correu doidamente pela linha férrea atrás do comboio.
– O seu cão costuma fazer aquilo? Perguntou o viajante ao chefe.
– Costuma. Sempre que o rápido passa, o meu cão corre atrás dele como atrás duma lebre.
– É curioso, comentou o viajante. E por que é que ele faz isso?
– Não sei, respondeu o dono do cão, coçando a cabeça. O que me rala é não saber o que ele faria do comboio se o apanhasse.
Num café
O freguês: Rapaz, este café sabe a vinagre!
O criado: Vinhagre, senhor? Então,é que foi chá que lhe trouxeram. O café, cá na casa, sabe a gasolina.
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